
maquiagem lis peixoto
colar lita raies
blusa apartamento 03
anel herança da vovó juju
calça andréa marques
sapatilha luiza barcelos
bolsa rogério lima
(foto drika vianna)






julho11th
A loja virtual crisguerra.com.br tem novas marcas mineiras que eu amo!
No final do ano passado, inauguramos nossa loja virtual Cris Guerra com as bijuterias da linha Lita Raies + Cris Guerra. A loja fez sucesso e vem crescendo! E agora comemoramos a chegada de novas marcas às nossas prateleiras virtuais.
Os produtos Lita Raies agora estão disponíveis em uma linha mais ampla. Além dos produtos da linha Lita Raies + Cris Guerra, você pode comprar outras bijus da linha Lita Raies. Outra novidade são os produtos da marca Rogério Lima, estilista do qual sou fã de carteirinha. Entre as opções da loja, uma seleção especial de bolsas, carteiras e (agora também) sapatos da marca. E pra completar, você pode ter em casa ou no look um pouco de Rogério Fernandes, designer e artista plástico de fama internacional, que transfere para produtos como lenços, abajures e moleskines a beleza do seu talento e de suas cores.
A ideia da nossa loja é reunir produtos escolhidos pessoalmente por mim, oferecendo em um e-commerce um pouco do estilo que você confere aqui no blog. São produtos que eu pessoalmente usaria (se eu pudesse, teria todos, Brasil!!!). Espero que você goste tanto quanto eu. Os novos produtos já estão no nosso endereço virtual! Acessa lá: www.crisguerra.com.br.
Visite a loja, curta a nossa página no Facebook, siga o perfil @lojaCrisGuerra no twitter e seja freguesa! E não hesite em mandar sugestões e opiniões para o loja@crisguerra.com.br.
Nossos agradecimentos especiais à Luiza Villarroel (que fez as fotos do ensaio), Lis Peixoto (que fez minha maquiagem poderosa) e às marcas queridas Apartamento 03 (vestido jacquard nude e vestido linho e renda vermelho), Mabel Magalhães (vestido de lã preto e branco) e Maria Bonita Extra (vestido de seda marinho).
julho11th
O casamento é um desejo muito antigo que habita o imaginário de diversas mulheres. Sobre ele são ditas centenas de coisas: que é a sagração de um amor eterno, que é o túmulo do amor, que é o túmulo do samba… opa…

Desde mocinha, Estela desejava se casar com seu príncipe encantado e não poupava esforços para encontrá-lo. Pedia conselhos frequentemente para uma tia balzaquiana – e solteirona – sobre como atrair e, principalmente, manter um rapaz perto de si. Com ela aprendeu que deveria se portar como uma dama, escovar os cabelos cem vezes antes de dormir, não falar demais e deixar de usar as roupas esquisitas que ela via na internet.

Acontece que mesmo contando com tão especializado aconselhamento, Estela não dava sorte. O Leandro não tinha um pingo de educação e mastigava de boca aberta; o Otto tinha o QI de uma maçaneta e parecia mais preocupado em cultivar sua massa muscular que sua massa cinzenta; o Ivan só queria saber de futebol e até conseguiu arrastar Estela para o estádio duas ou três vezes.

Certo dia, cansada de tanta humilhação, Estela irrompeu em prantos fechada em seu quarto. Sua tia foi ver o que se passava e explicou para a sobrinha que ela estava fazendo tudo errado, que deveria ser mais tolerante e compreender as índoles tão particulares de seus pretendentes. Estela ponderou e viu que de fato seus procedimentos estavam equivocados. Por isso, mandou sua titia para um lugar não muito bonito, passou a falar tanto quanto quisesse, pentear-se como bem lhe aprouvesse e vestir as roupas que bem quisesse – estranhas ou não.
Foi assim que Estela se tornou repelente aos homens, aos burros pelo menos.